Iniciar mais um ano, imbuídos de um novo espírito
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domingo, 28 de dezembro de 2025
O novo ano e 2026 prestes a iniciar-se, já vem “pré-prestigiado” como podendo vir a ser o início da “independência económica”, das retomas mais acentuadas, uma espécie de “liberdade condicional” (financeira), mas que, por isso mesmo, ainda se enfrentará vários obstáculos que todos temos de vencer, sabendo-se, contudo, que ninguém vence o que quer que seja, sem saúde, sem trabalho, sem educação/formação, sem poder de compra, porque é pela riqueza que se promove o consumo, que tudo funciona e se desenvolve positivamente e jamais pelo empobrecimento das pessoas, do país e das nações. A lógica que então foi seguida, não parece ter sido adequada ao progresso sustentado.
Apesar das tremendas dificuldades sentidas durante os últimos anos pese, embora, fazer-se passar a mensagem de que certos sacrifícios, perdas de direitos e imposição de medidas injustas, ilegítimas e, eventualmente, ilegais, se não fossem previamente analisadas, seriam necessárias para se ultrapassar uma alegada situação económica muito complicada, de que a esmagadora maioria do povo não é responsável, é tempo de se inverter a irracionalidade e injustiça seguidas, e adotar políticas verdadeiramente humanistas, socialmente compatíveis com a dignidade humana a que todos temos direito.
Vamos, portanto, iniciar mais um ano imbuídos de um novo espírito, no sentido de acreditarmos que, finalmente, será possível restituir tudo o que, sob a capa de uma austeridade, dita necessária, nos foi retirado num período de verdadeiras irracionalidades, porque a “receita” aplicada falhou, na medida em que não é pelo caminho da miséria, do desemprego, da retirada de direitos adquiridos e da redução drástica do poder de compra, que se vai dinamizar a economia, o consumo, o investimento e a atração de novos empreendedores.
É muito difícil aceitar-se participar em “desafios” lançados por pessoas, e/ou entidades responsáveis, quando os direitos essenciais para os enfrentar e vencer nos são retirados, e/ou reduzidos, designadamente, aqueles que dependem dos decisores, destacando-se, objetivamente seis desses direitos: a) saúde; b) trabalho; c) educação/formação; d) paz; e) salários/reformas; f) poder de compra, já que muitos outros não dependem, exclusivamente, dos poderes legitimamente constituídos, por isso, a esperança de que repostos todos os direitos, será este o caminho que nos deve animar e assim apoiarmos todos os projetos, enfrentarmos os desafios que promovam e consolidem aqueles cinco instrumentos, para o desenvolvimento e bem-estar de toda uma população.
“NÃO, ao ímpeto das armas; SIM, ao diálogo criativo/construtivo. Caminho para a PAZ”
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Venade/Caminha – Portugal, 2025
Com o protesto da minha permanente GRATIDÃO
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
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